sexta-feira, 2 de maio de 2014

Terras mecanizadas e aumento da produção na Vila Pandoca. Comunidade comemora resultados graças ao apoio do governo de Ducilene Belezinha

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Vila Pandoca, local de gente que tira o sustento da terra, que trabalha de sol a sol para garantir o alimento da família. O nome do local foi dado em homenagem ao simpático senhor de 81 anos, cujo nome é: Raimundo Rodrigues de Sousa, mais conhecido por Pandoca. Ele e a esposa criaram os filhos no local e pela primeira vez, dessa longa história de vida, o lavrador teve uma terra mecanizada. E isso graças a iniciativa do governo de Ducilene Belezinha, que enviou as máquinas para o local, aradou todo o terreno, sem gasto nenhum para os produtores da região. Apoio nunca visto por seu Pandoca, que comemora o resultado dos trabalhos deste ano.

“ Essa roça mecanizada que fiz foi essa. Facilitou muito a nossa vida, até na capina. A roça sem ser mecanizada nunca dá o legume que deu agora. Essa produção foi só o começo do que a comunidade aqui pode fazer”, disse seu Pandoca.

Sem o apoio da prefeitura, os lavradores até cultivavam, mas a produção era pequena. Agora o campo está verde: tem mandioca, milho e até arroz, quase no ponto de colheita. Uma conquista graças ao sistema implementado no local, o de fileira, que facilita a capina e o crescimento das plantas. O resultado como bem disse seu Francisco da Silva Sousa, com o terreno mecanizado o trabalho deles ficou melhor e a colheita em pandeiros do arroz vai subir quase 70%.

“Estamos gratos por isso. Porque nunca tivemos esse apoio. Promessas já tivemos de todos que passaram pela prefeitura, mas fazer o que a prefeita fez até agora, só ela mesmo! Foi uma grande ajuda em aradar toda a terra. Isso nunca tivemos. Com a terra mecanizada tudo fica melhor. Se antes a gente tirava 30 pandeiros, agora vão ser 50 pandeiros”, comemora o lavrador Francisco da Silva Sousa.


O sistema mecanizado utilizado no local foi a aração, que consiste em enterrar restos de culturas agrícolas anteriores ou ervas daninhas, que ficam no solo, melhorando a infiltração de água no terreno, além de realizar a construção de curvas de níveis, que viabilizam um melhor desenvolvimento das raízes das plantas.


“Nós achamos melhor esse sistema que nos ensinaram. A produção aumenta e o nosso trabalho diminui. Eu estou muito feliz, porque antes pra fazer isso a gente tinha que pagar o óleo das máquinas e agora, não gastamos nada. Só o nosso trabalho e agora vamos ter lucros”, disse o lavrador, Erasmo da Silva Sousa.

E não adianta apenas implementar o sistema, os produtores precisam de orientação e acompanhamento. Etapas importantes na lavoura e piscicultura, que estão sendo cumpridas pelo poder municipal. Atitudes que ajudam a melhorar as condições de vida do homem e mulher do campo. E são os principais beneficiados que aprovam as ações da atual administração, em incentivar e levar novas tecnologias para a roça e assim aumentar a produção na região. Hoje Chapadinha tem um governo que não promete, ele faz! E que tirou muitas comunidades do isolamento agrícola transformando localidades como a Vila Pandoca um exemplo de que quando se junta a vontade de trabalhar com o apoio necessário o resultado não pode ser outro: são campos verdes e tanques cheios.


“Eu nunca tinha tido uma roça aradada. Essa foi a primeira que fiz e estou muito satisfeita com isso”, disse a lavradora Raimunda Sousa de Oliveira.

“ De 40 anos que eu moro aqui, essa foi a primeira vez que tivemos apoio da prefeitura. A terra foi aradada e ficou muito bom. E que venha mais apoio porque força de trabalho e terra a gente, tem”, concluiu o lavrador Luís da Silva Sousa.

ASCOM/PMC
Fotos: Kim Pereira
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